Sua Pekena
“Eu gosto do molde do seu corpo, desenhado pra encaixar totalmente no meu.”
theme (c)
Eu quis você e me perdi.
- Legião Urbana.  (via supostos)
Era difícil e raro o meu amor sair da toca. Quando saía, era quase sempre um equívoco. Acontecia que eu me cansava de prender o amor e acabava deixando ele sair; ele precisava ir pra algum lugar. Daí, como de costume, começavam as encrencas.
- Charles Bukowski.  (via sou-inseguro)

e se eu puxar seu cabelo, ir beijando seu pescoço e sussurrar que te quero, você vem?

Tô deixando rolar, o que for pra ser, será. ☀️

É, eu só lamento, sabe? Lamento ter visto muita coisa numa pessoa que não viu nada em mim.
- Tati Bernardi.    (via vestigiar)
Não sei rir pela metade, nem ser quase amigo, muito menos meio amor. Eu gosto do exagero. Rir até perder o folêgo, ser amigo até o fim dos problemas e amar tão intensamente, a ponto de dar a vida por quem amo.
- Pedro Pinheiro. (via diarioderomeu)
A gente tem e sempre vai ter a escolha de pegar ou largar, ir ou ficar, se abraçar ou se soltar de vez.
Minha mãe costumava me dizer: “Não importa com quem você se case, desde que ele a ame mais do que você o ama.”
- Nicholas Sparks  (via farre-ar)
Passei tanto tempo, me importando, me chateando, ligando, correndo, fazendo das tripas corações para segurar o amor que restava nas costas. Agora eu prometi a mim mesma que não carregaria mais nada, peso nenhum sozinha. Não importo tanto, não me chateio tanto, não ligo tanto, não corro tanto e adivinhem só? Também nem preciso segurar mais amor nenhum, parece que agora ele vive flutuando e me acompanhando sempre. Quando eu parei de procurar ser amada, parece que o mundo começou a me amar mais.
- Tati Bernardi.    (via diarioderomeu)
Ele não ligava, nem mandava mensagem durante semanas. Mas tinha uma mania sacana de aparecer quando ele já tava quase desaparecendo da minha cabeça. Era carência, tava na cara – e faltava vergonha na minha, porque eu sempre acabava cedendo. Não me dava valor e ainda ficava indignada por ele não dar também. Eu aceitava ser a última opção e ainda tinha a cara de pau de espernear e choramingar por ai usando a maldita frasezinha clichê de que nenhum homem presta. Claro que ele não ia prestar, pra que prestar com alguém que transpirava falta de amor próprio? Ninguém ama quem não se ama, ninguém respeita quem não se respeita – doloroso, mas verdadeiro. E quando você não tá na onda de ser amada, ta tranquilo - um supre a carência com o outro e fim de papo. Mas eu tava afim de sentimento, tava super na onda de mãozinha dada e ligação de madrugada só pra ouvir um ”tava pensando em você”. E claro que ele não ligava, a gente quase sempre só pensa antes de dormir em quem causa aquele nervosinho de incerteza dentro do nosso peito – e eu tava sempre ali, um poço de certezas, não tinha porque ele pensar. Muito menos ligar. E foi ai que eu mudei. Parei de aceitar o último pedaço do bolo, se o primeiro pedaço não fosse pra mim, eu simplesmente ia embora da festa – não me servia mais. E olha só que mágico, ele nunca me chamou pra tantas festas e nunca vi alguém me oferecer tantos pedaços de bolo – a mágica só não foi tão boa porque eu simplesmente não queria mais. Não queria mais mágica, não queria mais bolo, não queria mais ele. Quando a gente passa a se valorizar a gente consegue enxergar nitidamente quanto os outros valem – e ele valia tão pouco, desencantei. Peguei meu coração e coloquei ele lá no topo de uma arvorezinha danada de alta, e vou te falar, nunca vi tanta gente disposta a escalar – homem adora um desafio. Pois bem, que vença o melhor.
- Tati Bernardi.  (via diarioderomeu)